quinta-feira, 16 de abril de 2015

Tertúlia Indica: Gravity Falls (2012) de Alex Hirsch

  
Criador: Alex Hirsch
Direção: Josh Aoshima, Aaron Springer e Joe Pitt
Dubladores: Thiago Keplmair, Bianca Alencar, Marcelo Pissardini e Wendel Bezerra

   Para uma galera que quando criança leu a série vaga-lume e cresceu vendo filme de fantasia e ficção científica, o sobrenatural sempre é algo fascinante. Lembro de ver As Crônicas de Spiderwick com uns bons anos nas costas e achar incrível! Mas eu também gosto muito de desenhos. Mas nada disso importa! Acho que isso já está bom para chegar na indicação.

A primeira vez que vi algo relacionado a série digamos que fiquei bastante curioso

   Gravity Falls não traz novidades na animação, porém ela pode ser bem interessante na sua história. Como falou o criador, Alex Hirsch, ele se baseou na própria história de vida para criar os personagens e a o cenário. Pegando o esteriótipo de filmes, das crianças irem para acampamentos no verão (o que, parando pra pensar, não é um bom parâmetro pra usar) talvez o desenho faça mais sentido para crianças nos EUA. Mas mesmo sendo algo especifico de lá, eu ainda fico pensando naquela discussão de como hoje ficamos muito dentro de casa e não saímos de casa para explorarmos um mundo gigantesco que temos lá fora. Neste desenho esse mundo só é mais fantasioso, sobrenatural, bem aquele lance da série vaga-lume, adolescentes resolvendo assassinatos, crianças investigando casos sobrenaturais.

A cabana na floresta? Não é filme de terror, mas coisas estranhas acontecem na cabana do mistério

    Apesar de se basear na estrutura de uma aventura por episódio, uma trama maior atravessa os episódios e deixa você curioso para descobrir o que vai acontecer no fim. Se fosse para definir a série eu diria que é um Supernatural com crianças. Acho que isso não é exatamente um atrativo. A série é um Supernatural, até a 4ª temporada, com crianças. Mas além disso é sempre bom ver desenhos, ainda este que brinca com a realidade e fantasia. Se vivemos tempos de ceticismo, poderíamos nos abrir a pensar o mundo que se esconde no canto de nossos olhos, lembrarmos de como gostávamos de A história sem fim e d'Os Goonies.





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